Sou um pouco de tudo, sou um pouco de nada, sou uma brisa de ar que vaguei por esse mundo fora, sou um corpo que passei por estas terras a dentro sonhando, viajando, crescendo e recuperando o que já mais eu perdera, sou um grão de areia no meio de um grande deserto, sou um pouco da paz, no meio desta guerra, sou o explicar de nada e o explicar de tudo, sou o pensamento que te atormenta, sou o sorriso que te alimenta a alegria, não passo de mais um ser vivo, que sobrevive e ressuscita os seu pensamentos e os transforma em palavras que não consigo explicar, sou aquele que escrever sem ler mas que lê depois de escrever, sou como escrevo e não como me vês sou o que escrevo e não o que queres, sou assim e não dá para mudar, sou um simples doce que uma criança morde, sou um simples pássaro que sobrevoa as ruas da tua cidade, sou simplesmente o que de mais natural há, sou o que vês sem tirar nem por mas explicando o que sou por palavras que me saem sem querer...
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